A International Christian Concern (ICC) tem conhecimento de que membros de um grupo radical islâmico, Boko Haram, matou pelo menos dez cristãos em Maiduguri, Nigéria nos últimos dois meses em que um líder cristão é chamado uma "matança silenciosa" dos cristãos.
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Islâmicos lutam para eliminar o cristianismo - Nigéria
A International Christian Concern (ICC) tem conhecimento de que membros de um grupo radical islâmico, Boko Haram, matou pelo menos dez cristãos em Maiduguri, Nigéria nos últimos dois meses em que um líder cristão é chamado uma "matança silenciosa" dos cristãos.
Ataque a bomba mata pelo menos 25 na Nigéria
Ao menos 25 pessoas morreram neste domingo (26) na Nigéria, em um ataque atribuído pela polícia local ao grupo islâmico extremista Boko Haram.
Dois homens em uma moto, supostos membros do Boko Haram, lançaram bombas e dispararam várias vezes contra pelo menos um bar a céu aberto muito frequentado num subúrbio da cidade de Maiduguri, de maioria islâmica, disseram fontes locais. Dezenas de pessoas ficaram feridas com o ataque.
A agência AP afirma que três bares chegaram a ser atacados, enquanto o correspondente do jornal britânico "The Telegraph" na África ouviu fontes policiais que indicam que somente dois locais foram alvejados. A agência, AFP, por sua vez, fala de apenas um estabelecimento atacado.
Borno, onde ocorreram as mortes, é um dos estados nigerianos que decidiram adotar a "sharia", a lei islâmica, que condena o consumo de álcool. No entanto, jardins em que é vendida cerveja, ainda que escondidos, seguem sendo bastante frequentados na região. O nome Boko Haram, na língua hausa, falada no norte da Nigéria, significa "a educação ocidental é pecaminosa".
Dois homens em uma moto, supostos membros do Boko Haram, lançaram bombas e dispararam várias vezes contra pelo menos um bar a céu aberto muito frequentado num subúrbio da cidade de Maiduguri, de maioria islâmica, disseram fontes locais. Dezenas de pessoas ficaram feridas com o ataque.
A agência AP afirma que três bares chegaram a ser atacados, enquanto o correspondente do jornal britânico "The Telegraph" na África ouviu fontes policiais que indicam que somente dois locais foram alvejados. A agência, AFP, por sua vez, fala de apenas um estabelecimento atacado.
Borno, onde ocorreram as mortes, é um dos estados nigerianos que decidiram adotar a "sharia", a lei islâmica, que condena o consumo de álcool. No entanto, jardins em que é vendida cerveja, ainda que escondidos, seguem sendo bastante frequentados na região. O nome Boko Haram, na língua hausa, falada no norte da Nigéria, significa "a educação ocidental é pecaminosa".
Ataques geram enfraquecimento de Igrejas
NIGÉRIA - Em uma vila fora do Estado de Bauchi, com população predominantemente muçulmana, uma comunidade cristã desapareceu.Em março, os camponeses da aldeia cristã de Mdandi, em Tafawa Balewa, estavam ocupados com a colheita e se preparavam para a nova temporada de plantação. No dia 27 de março, uma multidão de muçulmanos extremistas desceu para a cidade de Mdandi, destruindo casas e expulsando os cristãos que moravam ali.
O ataque a Mdandi foi precedido por uma investida feita em 10 de fevereiro, quando muçulmanos entraram em conflito com jovens cristãos. Alguns dos cristãos que estavam presentes nesse dia foram feridos.
“No primeiro ataque, tentamos proteger a nós mesmos e a nossas famílias”, disse Luka Zafi, pastor da Igreja de Cristo na Nigéria (COCIN). “Eles perceberam que não conseguiriam nos expulsar, então desistiram. Nós pensamos que não seríamos atacados novamente, mas eles saíram e retornaram mais uma vez, e todos armados com metralhadoras. Nós não poderíamos lutar, já que não tínhamos o mesmo armamento que eles. Então fugimos da aldeia e eles destruíram nossas duas igrejas e nossas casas”, disse ele.
O Pastor Zafi, cuja casa foi demolida em 27 de março, disse que o edifício de sua igreja junto com o templo de uma igreja católica foram incendiados. Muitos cristãos tiveram de ser deslocados para outras regiões do país.
O Pastor Zafi ainda disse que sua igreja tinha cerca de 50 membros, que agora foram dispersos por várias aldeias. Ele lamenta que as vítimas do ataque ainda não recebam nenhuma assistência do governo federal ou estadual. “Se nada for feito com relação a essa situação, receio que os cristãos nesta parte do país sejam extintos.”
Uma das razões para a lentidão do governo em investigar as ações islâmicas, além do descaso de agências de notícias ocidentais, é que eles são acusados de roubar o gado da população muçulmana nômade, relatam os cristãos. Mas segundo os próprios cristãos, nem todas as pessoas da região sabem que os agricultores cristãos possuem gado.
Pastor é assassinado a tiros na Nigéria
NIGÉRIA - Extremistas muçulmanos da seita Boko Haram, na terça-feira, 7 de junho, atiraram contra uma igreja no norte da Nigéria.O reverendo David Usman, de 45 anos, e seu secretário, Hamman Andrew, foram as últimas vítimas de uma onda de ataques feitos pela militância islâmica Boko Haram, que tomou conta do norte da Nigéria este ano. O resultado dos ataques foi a destruição de igrejas, com morte e mutilação de cristãos.
O reverendo Tito Dama Pona, pastor da Igreja Evangélica Vencendo Tudo (ECWA) em Maiduguri, disse que o pastor Usman foi morto e baleado por membros da Boko Haram, em um bairro ferroviário próximo da igreja que Usman liderava.
Pona disse que os cristãos em Maiduguri estão com medo, por causa dessa onda de violência atribuída aos membros da Boko Haram, que desejam impor a sharia (lei islâmica) no norte da África.
“Os cristãos se tornaram alvos desses militantes muçulmanos e já não se sentem livres circulando pela cidade; a maioria das igrejas não realiza seus cultos, com medo de se tornar alvo dos ataques que estão ocorrendo”, disse Pona.
Pessoas confirmaram a morte do Pastor Usman. O reverendo Logan Gongchi disse que todos os cristãos da região, inclusive o próprio Gongchi, que fez seu seminário teológico com Usman, confirmaram isso.
De acordo com Gongchi, o pastor Usman se queixou uma vez das atividades da Boko Haram, dizendo que o governo nigeriano deveria enfrentar o grupo extremista, que mata muitas pessoas inocentes. Usman pediu que orassem por ele, pois não sabia como seria o fim desse conflito com os extremistas muçulmanos.
A morte do pastor marcou o segundo ataque contra a igreja e suas instalações feito por militantes muçulmanos. O primeiro ataque foi em 29 de julho de 2009, quando a Boko Haram queimou o prédio da igreja e matou alguns membros da congregação.
O significado do nome Boko Haram é interpretado no sentido figurado como “contra a educação ocidental”. Alguns acreditam que isso tem como significado ir contra a fé judaico-cristã. O desejo desse grupo é que a Nigéria se torne um Estado teocrático islâmico.
Extremistas islâmicos matam cinco no norte da Nigéria
NIGÉRIA - Uma igreja no norte da Nigéria foi alvo de militantes islâmicos, que mataram cinco membros da congregação, localizada em Maiduguri.Dois pedestres morreram quando uma bomba lançada contra a Igreja de St. Patrick caiu na rua e explodiu. Vários explosivos foram jogados em delegacias de polícia em Gwange e Dandal.
Os homens que participaram do ataque possivelmente são membros do Boko Haram, uma seita radical islâmica que quer a implementação de uma lei estritamente islâmica na Nigéria. Desde 2009, o grupo tem usado de violência e ataques mortais contra as instituições do Estado e também religiosas, para ter maior exposição e alcançar seu objetivo.
Na segunda-feira, um membro do Boko Haram matou um líder cristão que tinha sido alvo de críticas fazia pouco tempo. O grupo ainda reivindica a responsabilidade pelos ataques que mataram 16 pessoas na sequência da posse presidencial do presidente cristão Goodluck Jonathan.
Os alvos principais incluem os líderes comunitários, mas também muitos cristãos. O Boko Haram é suspeito de estar por trás dos ataques contra igrejas em Maiduguri, no último Natal. Entre as vítimas, incluem o pastor da Igreja Batista da Vitória e dois homens que estavam ensaiando para servir no coral da Igreja.
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