O Apóstolo Valdemiro Santiago, líder da Igreja Mundial do Poder de Deus, conseguiu “por de baixo dos panos” tirar um dos mais famosos televangelistas brasileiros do ar em um de seus principais meio de divulgação, às madrugadas de sábado na Band.
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A Igreja de Satanás inicia sua divulgação!

O Dono da Companhia Procter & Gamble apareceu no programa de Phil Donahue, de grande tele-audiência nos Estados Unidos.Nesse programa anunciou que, dado à abertura de hoje em nossa sociedade, havia decidido sair do esconderijo e reconhecer publicamente a sua associação com a igreja de satanás.
Ele admitiu que uma grande parte dos lucros da venda dos produtos de sua empresa se destina à ajuda e manutenção de sua igreja satânica.
Quando o entrevistador, Phil Donahue, lhe perguntou se não temia que ao admitir na TV nacional a sua associação com satanás, poderia prejudicar os lucros da empresa, ele respondeu: 'Não há Cristãos suficientes nos Estados unidos ou no Mundo que possam me prejudicar muito menos causar um minímo dano' Demonstremos a esse altivo senhor e ao mundo, que há, sim, cristãos suficientes e que podemos colaborar para acabar com sua companhia que serve a satanás.
Eis a lista de alguns produtos:
Sabão em pó 'Ariel'
Batatas fritas 'Pringles'
Fraldas descartáveis 'Pampers'
Produtos para lavagem de roupa a seco 'Dryel P & G'
Produtos para cabelo: 'Shampoo Pantene', 'Pertplus'
Medicamentos 'VICK'
Se não tiver certeza se o produto que está usando é desta companhia, procure o nome da companhia ou o símbolo que passou a identificá-la a partir de abril de 1999, que é o número 666, conhecido como o número da besta; antes era uma lua nova.
Lembre-se que cada vez que você adquirir um desses produtos, está dando contribuição à igreja de satanás. Faça cópias deste, e distribua para todos, em todo mundo, para Honra e Glória daquele que está acima de todos os nomes: 'JESUS CRISTO'. Deus o abençoe e proteja!
WikiLeaks revela preocupação do Vaticano com o crescimento dos evangélicos no Brasil

Documento obtido pelo WikiLeaks e divulgados nesta quarta-feira mostram que, na época da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, o Vaticano estava preocupado com o crescimento dos evangélicos no país e recebeu críticas do monsenhor brasileiro Stefano Migliorelli, que questionou sobre a falta de padres na América Latina.
O telegrama enviado a Washington em 6 de maio de 2007 relata conversas entre diversos membros do Vaticano e o ex-embaixador americano Francis Rooney, um empresário republicano do ramo de construção e um dos maiores doadores de campanha do ex-presidente americano George W Bush.
O diplomata americano faz um comparativo entre a primeira viagem de João Paulo 2º ao Brasil em 1980, quando os católicos representavam 89% da população e o censo de 2000, quando o número de católicos era de 74%.
“A cada ano, milhões de católicos latino-americanos deixam suas igrejas para se juntar a congregações evangélicas incentivados pelos pastores destes novos rebanhos”, disse Rooney.
Ainda segundo ele, de acordo com uma análise, enquanto a Igreja Católica concentra-se em “salvar almas”, muitas igrejas evangélicas fazem o possível apenas para matar a sede latino-americana para o misticismo.
Sem revelar fontes, o documento diz que João Paulo 2º descreveu as atividades evangélicas como “sinistras” e que uma das principais tarefas de Bento 16 seria despertar a comunidade católica e encorajar a resistência ao que o papa anterior teria chamado de “caçada por seitas”.
Já Migliorelli, na época chefe da seção brasileira da Secretaria de Estado do Vaticano, reclamou ao diplomata americano sobre o fato de a América Latina não ser uma região prioritária para a Igreja Católica.
Para Migliorelli, o Brasil e a América Latina seriam como “território de missão” -- terras que não foram expostas “de maneira consistente” à fé católica. “Temos que ver isso como uma evangelização -- começando do zero”, disse Migliorelli.
O monsenhor ainda criticou a quantidade e a qualidade do clero latinoamericano.
“A falta de padres em grande parte da América Latina é muito pior do que nos Estados Unidos”, disse. Migliorelli disse também que “o nível de educação dos padres é muito baixo e que muitas vezes eles não aderem aos padrões de disciplina clerical (celibato, ofertas de sacramentos etc)”.
Em um tópico chamado de “A ameaça da teologia da libertação”, o diplomata americano comenta que o papa João Paulo 2º teria feito grandes esforços para acabar com “esta análise marxista da luta de classes” promovida “por um número significativo de clérigos e católicos leigos que, por vezes, em nome de um compromisso político sancionou a violência em nome do povo”.
Migliorelli comentou que o Vaticano não pretendia tocar no tema durante a visita do papa. O documento prossegue: “A chave é simplesmente que o clero seja treinado mais efetivamente para explicar a posição da Igreja para o povo, ele concluiu”.
Segundo o diplomata, João Paulo 2º combateu com a ajuda de Bento 16 a teologia da libertação mas, nos últimos anos, ela estaria ressurgindo em várias partes da América Latina.
Fonte: A Voz Missionária
Bispo teme genocídio no país
SUDÃO - O bispo de Kadugli está clamando aos cristãos de todo o mundo que orem e jejuem pelos cristãos que moram no Sul do Sudão, no próximo mês. O bispo Andudu Adam Elnail alertou sobre um possível genocídio na região montanhosa de Nuba, onde a violência eclodiu nas últimas semanas.A região, lar de muitos cristãos, deve permanecer sob o controle de Cartum e do norte muçulmano, assim que o sul do Sudão ganhar a independência, em 9 de julho.
Com tanques sudaneses e artilharia em movimento, centenas de milhares de pessoas estão fugindo de Nuba e deixando suas casas. Agências de desenvolvimento estão auxiliando na retirada da população.
Funcionários da ONU testemunharam o derramamento de sangue que está sendo executado pelo exército sudanês e as campanhas de bombardeio que destruíram igrejas e casas.
Cartum ordenou que a missão de paz da ONU saia do país, de modo que a preocupação é que as atrocidades aumentem ainda mais nessa região. “Mais uma vez, estamos enfrentando o pesadelo do genocídio de nosso povo”, disse o Bispo Elnail.
“Não é uma guerra entre exércitos que está sendo travada em nosso país, mas a completa destruição do nosso modo de vida e da nossa história, como tem sido demonstrado com o genocídio dos nossos vizinhos e parentes em Darfur”, completou o bispo.
Ele expressou a preocupação com o futuro dos cristãos no norte, cujo presidente, Omar al-Bashir, declarou que o Norte será regido pela Sharia (lei islâmica) a partir do dia 9 de julho.
O bispo disse que a recusa do presidente al-Bashir em reconhecer a presença legítima da minoria cristã no norte do país é uma “declaração de sua determinação de também acabar com a lembrança da herança cristã que está no país há quase mil anos.”
“Por favor, ore e jejue conosco, pois isso pode ser a solução desta crise”, disse o bispo.
Deposição de presidente da Síria pode causar o fim do cristianismo
SÍRIA - Com protestos e manifestações violentas em todo o Oriente Médio e Norte da África em nome da democracia, os cristãos da região ficaram mais temerosos, levando os crentes da Síria a apoiar o ditador Bashar al Assad, que tem protegido comunidades cristãs, de acordo com relatórios feitos.
Os EUA e outros países ocidentais condenam Assad por sua brutalidade para acabar com as manifestações. A esperança de Washington e seus aliados é que um governo pró-ocidente e democrático venha substituir o regime de Assad, acabando com o crescente isolamento de Israel dos outros países do Oriente Médio e do norte da África.
No entanto, moradores locais dizem que os protestos que marcaram a Primavera Árabe parecem estar caminhando em direção a governos que aderem à sharia (lei islâmica), assemelhando-se ao governo atual, ao manter o extremismo islâmico.
Na Síria, a preocupação é que a Irmandade Muçulmana da Síria, com apoio do governo Wahhabi da Arábia Saudita, esteja financiando protestos contra o regime de Assad. O wahhabismo forma as bases para as crenças da Al Qaeda, que comandou os ataques de 11 de setembro de 2001.
Analistas criam a hipótese de que, com a saída de Assad, os extremistas islâmicos assumam o poder e imponham isolamento para os cristãos.
Durante anos, o governo de Assad apoiou e protegeu a pequena população cristã síria. Mesmo que seu governo seja identificado como xiita, eles têm integrado algumas doutrinas do cristianismo e celebram algumas festas cristãs, como o Natal, a Páscoa, entre outros. Eles também usam o pão e o vinho em suas cerimônias religiosas.
“Os cristãos sírios veem o que está acontecendo em outros países, especificamente o que aconteceu no Egito, e percebem que o governo mudou, mas ainda existem ataques contras as igrejas cristãs; e eles têm medo de que isso aconteça na Síria também”, disse Jerry Dykstra, porta-voz da Portas Abertas nos EUA, que monitora a perseguição contra os cristãos no mundo.
Os EUA e outros países ocidentais condenam Assad por sua brutalidade para acabar com as manifestações. A esperança de Washington e seus aliados é que um governo pró-ocidente e democrático venha substituir o regime de Assad, acabando com o crescente isolamento de Israel dos outros países do Oriente Médio e do norte da África.
No entanto, moradores locais dizem que os protestos que marcaram a Primavera Árabe parecem estar caminhando em direção a governos que aderem à sharia (lei islâmica), assemelhando-se ao governo atual, ao manter o extremismo islâmico.
Na Síria, a preocupação é que a Irmandade Muçulmana da Síria, com apoio do governo Wahhabi da Arábia Saudita, esteja financiando protestos contra o regime de Assad. O wahhabismo forma as bases para as crenças da Al Qaeda, que comandou os ataques de 11 de setembro de 2001.
Analistas criam a hipótese de que, com a saída de Assad, os extremistas islâmicos assumam o poder e imponham isolamento para os cristãos.
Durante anos, o governo de Assad apoiou e protegeu a pequena população cristã síria. Mesmo que seu governo seja identificado como xiita, eles têm integrado algumas doutrinas do cristianismo e celebram algumas festas cristãs, como o Natal, a Páscoa, entre outros. Eles também usam o pão e o vinho em suas cerimônias religiosas.
“Os cristãos sírios veem o que está acontecendo em outros países, especificamente o que aconteceu no Egito, e percebem que o governo mudou, mas ainda existem ataques contras as igrejas cristãs; e eles têm medo de que isso aconteça na Síria também”, disse Jerry Dykstra, porta-voz da Portas Abertas nos EUA, que monitora a perseguição contra os cristãos no mundo.
Muçulmano pede proibição da Bíblia: “tem trechos imorais e é um insulto a todos os muçulmanos”
O mulá Abdul Rauf Farouk, líder do partido islâmico paquistanês JUI (Jamial Ulama Slam), encaminhou à Suprema Corte pedido para que a Bíblia seja proibida por “difamar o nome de alguns profetas”. O cristianismo e o islã são religiões abraâmicas.Um desses profetas é Ló (também conhecido por Lot), da linhagem de Abraão. Gênesis 19:33-36 relata como as suas duas filhas o embeberam para ter uma relação incestuosa.
Outro é Jacó, também descendente direto de Abraão. Gênesis 29:23 diz que Lia, mulher de Jacó, lhe deu a sua criada Zilpa para que ele pudesse ter filhos.
Farouk argumentou que trechos bíblicos como esses são imorais porque “minam a santidade dos santos”. “Isso é um insulto a todos os muçulmanos.”
Ele disse que o islã respeita os livros sagrados de todas as religiões, mas não aceita, nem nessas escrituras, calúnia contra os profetas.
Afirmou que desistirá de proibir a Bíblia caso esses trechos sejam suprimidos, mas manterá a acusação de que o apóstolo Paulo distorceu as escrituras sagradas para criar uma falsa religião. “O cristianismo é um grande fonte de imoralidade que se estende à pornografia, dança e outros males.”
O Paquistão fica ao sul da Ásia e tem uma população de 170 milhões. É uma república islâmica cuja constituição prevê a liberdade religiosa.
A comunidade cristã reagiu com veemência contra a solicitação de proibição da Bíblia. O bispo John Alexander Malik, por exemplo, disse que o JUI está se intrometendo em religião alheia, além de “semear as sementes da discórdia”.
Ele disse temer que a iniciativa do fundamentalista Farouk seja o prenúncio de perseguições mais vigorosas aos cristãos.
Diplomata do Vaticano pede intervenção da ONU
PAQUISTÃO - Um diplomata do Vaticano pronunciou que o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos deve intervir no caso de Farah Hatim, uma menina do Paquistão, cuja família afirma que ela foi sequestrada e será forçada a se casar e se converter ao islamismo.“A liberdade religiosa é um teste para o respeito aos direitos humanos”, disse o arcebispo Silvano Tomasi, chefe da missão Santa Fé. Pelo menos 700 meninas cristãs são sequestradas e forçadas a se converter ao islamismo a cada ano.
O arcebispo Tomasi considerou o crime contra Farah como “uma violação dos direitos humanos, de liberdade de consciência e de religião e abuso da liberdade pessoal. Não existe liberdade de escolher como se quer viver a vida individual”, disse ele.
Tomasi sugeriu que se crie um mecanismo para essas situações, de modo a permitir que o Estado e a família possam investigar e determinar a situação real. “Solidariedade com os cristãos que sofrem por sua fé. Isso deve ser constantemente lembrado.”
O arcebispo ainda disse que “os mecanismos internacionais deveriam proteger essas pessoas perseguidas e as mídias ocidentais deveriam ser “sacudidas”, porque muitas vezes não denunciam a discriminação que sofrem milhões de cristãos.”
O Paquistão enfrenta problemas no sistema de educação, problemas com corrupção e com o extremismo generalizado. A lei da blasfêmia também é um problema, pois é considerada injusta por muitas pessoas, incluindo alguns muçulmanos, existindo o desejo de se alterar essa lei.
“Com a realidade da globalização hoje em dia, todas as sociedades têm de aprender a aceitar um ao outro. A coesão social não deve ser imposta, forçando as pessoas a permanecerem dentro de padrões opressivos”, disse Tomasi, reforçando sua ideia de que todos deveriam ter liberdade religiosa e o direito de poder mudar de religião.
O arcebispo expressou ainda que tem esperança de que as mudanças que estão sendo tomadas no norte da África e no Oriente Médio tragam “uma vida mais digna e livre para todos, incluindo os cristãos do Paquistão”, disse ele.
Sequestro de jovens cristãs causa tensão religiosa
PAQUISTÃO - Este mês, a polícia de Sheikhupura (Paquistão) prendeu uma jovem cristã para que ela revele o paradeiro da equipe jurídica que ajudou a família, depois que uma influente família muçulmana sequestrou sua irmã e ela.A polícia também ajudou essa família muçulmana a atacar os parentes da jovem cristã e o grupo de advogados que está tentando ajudar a família dela.
A Iniciativa de Comunidade de Desenvolvimento (CDI) foi prestar sua assistência jurídica à família de Sajid Ashraf Masih, que fugiu com uma jovem da família Gujjar, no mês passado, e isso levou os muçulmanos influentes a sequestrar as irmãs Masih, disse Asif Aqeel, diretor executivo da CDI.
A CDI ajudou a negociar a libertação das duas irmãs cristãs e também no regresso do casal de fugitivos, para evitar conflitos religiosos na aldeia de Ghazi Minara. Aqeel e outros temiam que as tensões religiosas colocassem em risco a vida de 70 famílias cristãs que moram na região.
Aqeel disse que os Gujjars apresentaram uma queixa à polícia sobre o rapto de sua filha, Saleha, e nomearam Rakhel Ashraf e outros três homens como os mandantes do crime, como tática de pressionar a polícia a recuperá-la.
“A CDI não oferece suporte a qualquer cristão que foge com uma garota muçulmana à custa de lutas populares, mas, nesse caso, foram apenas representados Rakhel e seu primo Inderyas Masih, que tinha sido acusado falsamente pelo Gujjars”, disse Aqeel.
Ele disse que a CDI conseguiu encontrar o casal que fugiu, que já haviam marcado o casamento, e os convenceram a retornar para Lahora, a fim de ajudar a resolver as tensões interreligiosas.
“Os Gujjars são uma família muito influente na região, e eles vinham ameaçando repetir a carnificina que ocorreu em Gojra se a filha deles não fosse devolvida”, disse Aqeel. “Essa era uma situação grave para a família cristã e os outros cristãos da região.”
Sepultamento cristão negado para Zeynep Tufan
TURQUIA - Zeynep Tufan tinha 75 anos e morreu de câncer este mês. Em seu cartão de identificação, da República da Turquia, havia uma anotação indicando que ela era adepta do Islã, o que não é verdade.Embora ela tenha nascido em uma família muçulmana, ela mudou de religião mais tarde, mas não conseguiu alterar isso em sua carteira de identidade, pois existiam muitos obstáculos impedindo-a de fazer tal processo.
Os funcionários turcos do setor de sepultamento são quem determinam qual será o local e modelo de enterro da pessoa. E eles autorizaram um sepultamento islâmico para Zeynep. Isso deixou Soner Turfan, filho de Zeynep, inconformado, pois ele disse que sua mãe queria um enterro cristão, com um culto cristão.
Ele tentou avisar o líder muçulmano que estava realizando o enterro que não queria isso, mas ele ironicamente respondeu que “estava fazendo somente seu trabalho.” A cerimônia seguiu com orações feitas pelo imã. Turfan disse que esperava que o líder islâmico terminasse logo a sua parte, para que ele próprio pudesse fazer a cerimônia cristã que sua mãe tanto queria.
O advogado de direitos humanos, Orhan Kemal Cengiz, disse que existem mais problemas no fato ocorrido. “Essa prática é contra a liberdade de consciência e de religião. Também não é correto do ponto de vista humanitário”, disse ele, que acha errado considerar os cartões de religião na hora de decidir onde sepultar o corpo.
“É bem possível que você sofra discriminação por causa de sua religião”, disse ele.
Reino Unido pode restringir o uso da sharia
GRÃ-BRETANHA - O bispo Michael Nazir-Alil demonstrou seu apoio a um projeto de lei apresentado na Câmara dos Lordes esta semana. A intenção da lei é restringir a influência da lei islâmica, sharia, no país.A sharia é usada em cerca de 85 conselhos e tribunais arbitrais muçulmanos em todo o Reino Unido.
O projeto de lei, apresentado pela baronesa Caroline Cox, propõe a proibição do uso da lei islâmica quando em conflito com a lei inglesa, como no caso da discriminação contra as mulheres e os não-muçulmanos. Esse projeto surgiu em razão do grande preconceito sofrido pelas mulheres muçulmanas no sistema de lei islâmico.
A lei propõe a proteção das mulheres, interrompendo decisões discriminatórias contrárias à legislação do Reino Unido, e garantindo que a sharia atue somente sob a jurisdição do Estado, o que não acontece atualmente.
A baronesa disse estar “profundamente preocupada” com o tratamento que as mulheres muçulmanas recebem nos tribunais da sharia. “Igualdade perante a lei é um valor fundamental da justiça britânica”, disse ela.
Expressando seu apoio ao projeto de lei, o bispo Nazir-Ali disse que a sharia é “inerente e desigual.”
“Os muçulmanos e os não muçulmanos são tratados de forma desigual. Similarmente, os homens e as mulheres são tratados de forma desigual”, disse ele. Ele alertou que a igualdade perante a lei seria “imediatamente comprometida”, se a lei islâmica fosse reconhecida como direito público no país.
O bispo ainda acrescentou: “Precisamos ter certeza de que as pessoas têm livre acesso aos tribunais e igual proteção do Estado, na medida em que seus direitos fundamentais estão em causa.”
Bebê de dois meses que fala surpreende camponeses na Nicarágua
Um bebê de dois meses deixou seus pais espantados quando, depois de tomar leite, pronunciou as primeiras palavras em uma comunidade camponesa da Nicarágua, revelou a imprensa nesta quarta-feira.
"A primeira palavra que falou foi para mim; disse mamãe", relatou Isabel Mendoza ao El Nuevo Diario.
"As palavras que disse foram mamãe, papai, 'pipe' (menino)", afirmou a mulher.
O pai, Antony Huete, contou que seu filho, que possui o mesmo nome dele, pediu-lhe uma vez "água, água".
A avó materna do menino, Rosa Álvarez, contou que no início não dava crédito a esta história, até que ouviu o bebê dizer "água".
"Pediu água ao pai", relatou.
O caso insólito ocorreu na comunidade de El Palmar, no município costeiro de Tola, departamento de Rivas, perto da fronteira com a Costa Rica.
O jornal afirmou que alguns moradores temem que isto seja um sinal de que o fim do mundo se aproxima.
"Estou um pouco confusa, porque o pastor diz que é normal, mas eu digo que é um sinal do fim dos tempos", afirmou Enriqueta Mendoza, uma das vizinhas do casal.
"É algo inacreditável, assombroso, nunca visto", expressou, por sua vez, José del Carmen Pérez, que afirmou que o bebê se comporta de modo estranho e "olha feio para as pessoas".
"A Bíblia fala que nos últimos tempos veríamos coisas que jamais acreditaríamos", disse o pastor evangélico da aldeia, Saúl Gutiérrez.
Epidemia de Aids completa 30 anos com queda nas infecções
O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, Unaids, informou que o número de novas infecções caiu cerca de 25%, entre 2001 e 2009. O Unaids lançou um relatório em Genebra e Nova York, para marcar os 30 anos da epidemia. O primeiro caso de Aids foi notificado em 5 de junho de 1981. Segundo a agência, 34 milhões de pessoas vivem com o HIV e cerca de 30 milhões perderam a vida, desde o surgimento da doença.Acesso
Para as Nações Unidas, o acesso ao tratamento vai transformar a resposta à Aids na próxima década. O chefe do Unaids, Michel Sidibé, disse que a terapia com antirretrovirais não só aumenta a sobrevivência, mas evita a transmissão do vírus para mulheres, homens e crianças.
Atualmente, mais de 6,6 milhões de soropositivos estão recebendo tratamento em países de rendas baixa e média. Mas no ano passado, cerca de 9 milhões de pacientes que tinham direito ao coquetel, ficaram sem o medicamento.
O médico da OMS, Marco Vitória, falou à Rádio ONU de Genebra, antes do relatório, sobre alguns desafios logísticos na cobertura universal.
“Em muitos países, apesar dos avanços, ainda existem muitas pessoas que não têm acesso ao tratamento em virtude de uma série de dificuldades estruturais. Apesar de ser um tratamento muito efetivo. Ele ainda é complexo para ser administrado por pessoas que não sejam médicos, ou especialistas em saúde, em áreas fora de centros urbanos”, afirmou.
África do Sul e Índia
Alguns países registram ganhos na luta contra o HIV. Na Índia, o índice de novas infecções caiu mais que pela metade, já na África do Sul, que viveu altas taxas de contaminação, a queda foi de 35%. Os dois países ainda concentram a maior parte de soropositivos nos respectivos continentes.
O fornecimento de antirretrovirais para crianças também aumentou mais de 50% desde 2008.
O relatório revela que após 30 anos, as pessoas estão se preocupando mais com segurança nas relações sexuais. Mas ainda há disparidades. Homens jovens têm mais acesso à informação sobre prevenção ao vírus que mulheres na mesma idade. Cerca de 74% dos homens conhecem o preservativo como método de prevenção. Entre as mulheres, este número baixa para 49%.
O tratamento para crianças também é menor que para adultos.
Direitos Humanos
As regiões da África Subsaariana e do sudeste da Ásia registraram quedas acima da média, já América Latina e Caribe tiveram reduções modestas de menos de 25%. O leste da Europa, Oriente Médio e o norte da África notificaram aumento dos casos de HIV.
O relatório “Estratégia Global do Setor de Saúde sobre HIV/Aids para 2011-2015” deverá conduzir as ações da OMS e dos países-membros para fortificar os sistemas de saúde e responder a violações de direitos humanos e desigualdades que impedem o acesso ao tratamento.
Presidente quer alterações na Lei da Religião
AZERBAIJÃO - O presidente do Azerbaijão, Ilham Aliev, enviou ao parlamento do país, o Mejis Milli, novas alterações à Lei da Religião, que devem ser vistas e consideradas no dia 10 de junho.Entre outras novas restrições no projeto, eles vão exigir que pelo menos 50 adultos confirmem quem são os fundadores de uma comunidade religiosa, para que tenham o direito de solicitar o registro estadual às autoridades.
As alterações também aumentam o controle do Estado, que exige que os organismos religiosos tenham mais comunidades, mas dentro de sua jurisdição. “Este é o último movimento tortuoso para controlar as comunidades religiosas através da lei”, disse um membro de um grupo de minoria religiosa.
O ativista Ilgar Ibrahimoglu observou que “estas alterações são anticonstitucionais e violam a lei da Convenção Europeia de Direitos Humanos e das Nações Unidas, com suas leis para os direitos humanos.” Iqbal disse ainda que “essas novas alterações restringem os direitos humanos da população do Azerbaijão e não estão em conformidade com o que a legislação do Azerbaijão e as normas internacionais permitem.”
Polícia reluta em investigar caso de invasão a Igreja
PAQUISTÃO - Muçulmanos armados interromperam o culto de uma igreja no domingo (29 de maio), amaldiçoando a congregação, quebrando o vidro do altar e profanando itens que estavam na igreja.A polícia inicialmente tentou proteger o líder dos invasores muçulmanos, sobrinho de um ex-membro da Assembleia de Punjab (MPA) e, em vez de prender os acusados, aceitou um simples pedido de desculpa e os liberou.
O pastor Ashraf Masih, da Igreja Presbiteriana em Lakhoki Khana, disse que Muhammad Shoaib, sobrinho do ex-MPA Mansha Sindhu, entrou na igreja acompanhado por quatro homens armados com fuzis e pistolas, amaldiçoando a igreja e dizendo que ela estava perturbando a paz da região, fazendo cultos com alto-falantes.
O pastor Masih ainda disse que os muçulmanos agrediram e maltrataram os membros da congregação, quando tentavam parar os intrusos. “Eles estavam fora de controle”, disse o pastor. “Shoaib e seus homens quebraram o vidro do altar da igreja, jogaram cópias da bíblia contra a parede e profanaram a cruz.”
Ele acrescentou que essa não foi a primeira vez que Shoaib perseguiu os cristãos do povoado. Quatro meses atrás, ele agrediu um ancião da igreja sob o pretexto de que não queria ouvir as canções cristãs que o idoso cantava.
O pastor ainda relatou que chamou a polícia, depois que os muçulmanos deixaram a igreja, que chegou rapidamente. Os cristãos mostraram os prejuízos que sofreram e manifestaram sua indignação diante dos estragos. Os cristãos levaram os policiais até a casa de Shoaib e voltaram para o terreno da igreja, onde estavam presentes defensores dos direitos de religiosos perseguidos.
O pastor Masih disse que, após uma longa negociação, os policiais concordaram em fazer Shoaib se desculpar publicamente, mas a atitude foi considerada hostil. A atitude da polícia, para os cristãos, era de evidente apoio a Shoaib e seus homens.
FILÓSOFO DIZ QUE DILMA “ENROLOU” OS EVANGÉLICOS
O Povo de Israel, no AT era considerado "gente sábia e entendida". As igrejas evangélicas precisam saber posicionar-se diante da calamidade moral que assola o País. Os congressistas evangélicos atuarem bem, contra o FAMIGERADO KIT-GAY, que visa promover o homossexualismo nas escolas. Mas precisam ter cuidado.
O bispo Marcelo Crivela, que representa os parlamentares evangélicos, nas discussões sobre o PL 122, tão famigerado quanto o Kit-Gay, parece concordar com o "canto da sereia" da senadora Marta Suplicy.
Ela retirou o projeto da discussão, COM INTELIGÊNCIA E ESTRATÉGIA política. Viu que poderia perder na votação. E PROMETEU fazer as revisões, negociando com os evangélicos. MAS PRESTEMOS A ATENÇÃO. A senadora introduziu um artigo, fazendo a "grande concessão" aos pastores e padres, para que eles possam pregar contra a homossexualidade APENAS NOS TEMPLOS!!!!
OU seja: UM pregador não pode dizer que homossexualismo é pecado, no rádio, nos jornais, e tampouco na TV!! Acaba a liberdade de opinião, mesmo com base na crença, na palavra de Deus. E parece que alguns deputados crentes estão "engolindo a isca".
Por outro lado, a presidente Dilma dá a entender que retirou o Ki-Gay, mas parece que é só temporariamente. Pois seu auxiliar, o homofilico Ministro da Educação, já disse com todas as letras, que o KIT-GAY VAI VOLTAR E QUE NÃO PODE DEIXAR DE SER DIVULGADO.
LEIAM O ANEXO (abaixo), E VEJAM O QUE UM FILÓSOFO NÃO EVANGÉLICO DIZ. VALE A PENA MEDITAR,, ORAR E AGIR. CUIDADO, SENHORES CONGRESSISTAS EVANGÉLICOS, E CATÓLICOS SÉRIOS!
Em Cristo,
Elinaldo R. Lima - Pr
FILÓSOFO DIZ QUE DILMA “ENROLOU” OS EVANGÉLICOS
Como os enrolou na campanha!! Vem aí mais um “cavalo de Tróia”? Leia com calma.
Material contra homofobia: Dilma controla a esquerda e a direita na boa.
Paulo Ghiraldelli Jr.*
Pela segunda vez Dilma dá um bom tombo nos evangélicos. Quando candidata, Dilma cedeu aos evangélicos sobre a questão da legalização do aborto. Ela disse que não iria pautar tal assunto e, assim, quebrou a resistência dos pastores que, com isso, acabaram deixando José Serra na mão. Ora, Dilma prometeu aquilo que ela já faria mesmo, pois a questão da legalização do aborto não precisa ser mandada ao Congresso pelo Executivo, pode ser pautada por qualquer partido ou grupo, inclusive o PT. Certamente é o que vai ocorrer num futuro próximo.
Agora, algo semelhante se repete. Trata-se do golpe de Dilma na bancada evangélica a respeito do material do MEC contra a homofobia. Dilma cedeu dizendo que o governo não vai influenciar a vida privada de ninguém e, assim, não distribuirá o material do MEC nas escolas médias do Brasil. Fez a vontade da bancada evangélica. No entanto, o governo já havia comprado o material e, soltando-o na NET (“vazou, ué?”), fez todo jovem querer assisti-lo ao dizer que se trata de algo “proibido”.
Mandado às escolas, os vídeos — bons, mas chatinhos — não iriam ser vistos com a curiosidade que estão sendo acessados agora. Não há jovem que não o tenha procurado no Youtube. É sucesso total.
Parece que Dilma já percebeu o óbvio: a oposição está despedaçada e, para governar, basta controlar a inflação sem deixar despencar a nossa capacidade de consumo. Uma vez tocando o país assim, as questões ético-morais ou, como a impressa gosta de dizer, “ideológicas”, podem sempre ser tratadas desse modo. Ou seja, Dilma pode satisfazer as ongs, que querem dinheiro para produzir materiais afinados com o que seria característico do PT, pode também agradar os intelectuais sinceros que querem ver o governo colaborando com causas “progressistas”, e, ao mesmo tempo, não precisa criar oposições momentâneas que a tirariam da meta que ela se colocou como presidente: eliminar a miséria no país.
Dilma veio de uma esquerda que acreditava quase que religiosamente em “missão histórica” e é segundo essa aura que ela age cotidianamente. Para ela, o trabalho duro, no dia-a-dia, em favor de uma meta de desenvolvimento parcial, é mais importante que qualquer outra coisa.
Alguns dirão que Dilma cedeu aos evangélicos de medo de uma retaliação destes no “caso Palocci”. Sim, Dilma está com essa batata quente nas mãos. Mas ela já jogou o problema para Lula que, enfim, já que se salvou de coisa pior, que foi a crise do “mensalão”, então que vá a público defender Palocci, coisa que ela mesma, Dilma, não fez e vai tentar não fazer. Agora, o caso certo mesmo é que Dilma não cedeu aos evangélicos por causa disso. Os evangélicos tem telhado de vidro não menor que o de Palocci, e Dilma saberia dar uma cacetada neles. Dilma cedeu porque ela cederia, existindo ou não Palocci. Dilma aprendeu com Brizola e com Lula que a governabilidade se faz com política, e a política nunca esteve tão fácil de ser feita como agora, com uma oposição desse tipo.
Dilma viu perfeitamente que o problema dela não é o PSDB. O problema que ela enfrenta, agora, é até mais fácil que derrubar o PSDB que, enfim, está todo esfacelado. O que ela precisa fazer é não descontentar os técnicos e militantes que estão com ela, e que adoram colocar em prática materiais novos na praça, por razões ideológicas e, é claro, financeira. Ela sabe que esse pessoal, uma vez tendo sido pagos, não vão reclamar, vão ficar contente com a solução do “vazamento na net”. De resto, sobra enganar os evangélicos, que já se mostraram não ter nenhuma inteligência diante da presidente. Isso é visível: até os intelectuais que funcionam segundo as ordens dos conservadores, aplaudiram Dilma e não viram que caíram num armadilha. Por exemplo, o professor Pondé, sempre pronto para aplaudir teses conservadoras, caiu como um patinho na trama de Dilma. Saiu aplaudindo a presidente igual e até de modo mais ingênuo que os deputados evangélicos. Caso Dilma tenha assistido esse tipo de professor na TV, creio que riu muito.
Também a Rede Globo tomou um tombo de Dilma. Comemorou a decisão da presidente e repassou os vídeos contra a homofobia nos seus programas jornalísticos, fazendo de graça uma propaganda para o MEC que, enfim, seria paga a peso de ouro caso o governo tivesse de comprar o horário.
Dilma não fez isso maquiavelicamente desde o início. Mas, a partir de um determinado momento, ela passou a agir, sim, de caso pensado. E funcionou de modo igual ao que havia feito em campanha. A presidente tem porte de gaúcho bravo, mas ela nasceu em Minas Gerais. Nem Tancredo comeria a esquerda e a direita pelas beiradinhas com tanto estilo, eficácia e ... gosto. Sim, gosto. Dilma pegou gosto em brincar com esse pessoal, e faz deles gato e sapato.
* Filósoso, escritor e professor da UFRRJ
O bispo Marcelo Crivela, que representa os parlamentares evangélicos, nas discussões sobre o PL 122, tão famigerado quanto o Kit-Gay, parece concordar com o "canto da sereia" da senadora Marta Suplicy.
Ela retirou o projeto da discussão, COM INTELIGÊNCIA E ESTRATÉGIA política. Viu que poderia perder na votação. E PROMETEU fazer as revisões, negociando com os evangélicos. MAS PRESTEMOS A ATENÇÃO. A senadora introduziu um artigo, fazendo a "grande concessão" aos pastores e padres, para que eles possam pregar contra a homossexualidade APENAS NOS TEMPLOS!!!!
OU seja: UM pregador não pode dizer que homossexualismo é pecado, no rádio, nos jornais, e tampouco na TV!! Acaba a liberdade de opinião, mesmo com base na crença, na palavra de Deus. E parece que alguns deputados crentes estão "engolindo a isca".
Por outro lado, a presidente Dilma dá a entender que retirou o Ki-Gay, mas parece que é só temporariamente. Pois seu auxiliar, o homofilico Ministro da Educação, já disse com todas as letras, que o KIT-GAY VAI VOLTAR E QUE NÃO PODE DEIXAR DE SER DIVULGADO.
LEIAM O ANEXO (abaixo), E VEJAM O QUE UM FILÓSOFO NÃO EVANGÉLICO DIZ. VALE A PENA MEDITAR,, ORAR E AGIR. CUIDADO, SENHORES CONGRESSISTAS EVANGÉLICOS, E CATÓLICOS SÉRIOS!
Em Cristo,
Elinaldo R. Lima - Pr
FILÓSOFO DIZ QUE DILMA “ENROLOU” OS EVANGÉLICOS
Como os enrolou na campanha!! Vem aí mais um “cavalo de Tróia”? Leia com calma.
Material contra homofobia: Dilma controla a esquerda e a direita na boa.
Paulo Ghiraldelli Jr.*
Pela segunda vez Dilma dá um bom tombo nos evangélicos. Quando candidata, Dilma cedeu aos evangélicos sobre a questão da legalização do aborto. Ela disse que não iria pautar tal assunto e, assim, quebrou a resistência dos pastores que, com isso, acabaram deixando José Serra na mão. Ora, Dilma prometeu aquilo que ela já faria mesmo, pois a questão da legalização do aborto não precisa ser mandada ao Congresso pelo Executivo, pode ser pautada por qualquer partido ou grupo, inclusive o PT. Certamente é o que vai ocorrer num futuro próximo.
Agora, algo semelhante se repete. Trata-se do golpe de Dilma na bancada evangélica a respeito do material do MEC contra a homofobia. Dilma cedeu dizendo que o governo não vai influenciar a vida privada de ninguém e, assim, não distribuirá o material do MEC nas escolas médias do Brasil. Fez a vontade da bancada evangélica. No entanto, o governo já havia comprado o material e, soltando-o na NET (“vazou, ué?”), fez todo jovem querer assisti-lo ao dizer que se trata de algo “proibido”.
Mandado às escolas, os vídeos — bons, mas chatinhos — não iriam ser vistos com a curiosidade que estão sendo acessados agora. Não há jovem que não o tenha procurado no Youtube. É sucesso total.
Parece que Dilma já percebeu o óbvio: a oposição está despedaçada e, para governar, basta controlar a inflação sem deixar despencar a nossa capacidade de consumo. Uma vez tocando o país assim, as questões ético-morais ou, como a impressa gosta de dizer, “ideológicas”, podem sempre ser tratadas desse modo. Ou seja, Dilma pode satisfazer as ongs, que querem dinheiro para produzir materiais afinados com o que seria característico do PT, pode também agradar os intelectuais sinceros que querem ver o governo colaborando com causas “progressistas”, e, ao mesmo tempo, não precisa criar oposições momentâneas que a tirariam da meta que ela se colocou como presidente: eliminar a miséria no país.
Dilma veio de uma esquerda que acreditava quase que religiosamente em “missão histórica” e é segundo essa aura que ela age cotidianamente. Para ela, o trabalho duro, no dia-a-dia, em favor de uma meta de desenvolvimento parcial, é mais importante que qualquer outra coisa.
Alguns dirão que Dilma cedeu aos evangélicos de medo de uma retaliação destes no “caso Palocci”. Sim, Dilma está com essa batata quente nas mãos. Mas ela já jogou o problema para Lula que, enfim, já que se salvou de coisa pior, que foi a crise do “mensalão”, então que vá a público defender Palocci, coisa que ela mesma, Dilma, não fez e vai tentar não fazer. Agora, o caso certo mesmo é que Dilma não cedeu aos evangélicos por causa disso. Os evangélicos tem telhado de vidro não menor que o de Palocci, e Dilma saberia dar uma cacetada neles. Dilma cedeu porque ela cederia, existindo ou não Palocci. Dilma aprendeu com Brizola e com Lula que a governabilidade se faz com política, e a política nunca esteve tão fácil de ser feita como agora, com uma oposição desse tipo.
Dilma viu perfeitamente que o problema dela não é o PSDB. O problema que ela enfrenta, agora, é até mais fácil que derrubar o PSDB que, enfim, está todo esfacelado. O que ela precisa fazer é não descontentar os técnicos e militantes que estão com ela, e que adoram colocar em prática materiais novos na praça, por razões ideológicas e, é claro, financeira. Ela sabe que esse pessoal, uma vez tendo sido pagos, não vão reclamar, vão ficar contente com a solução do “vazamento na net”. De resto, sobra enganar os evangélicos, que já se mostraram não ter nenhuma inteligência diante da presidente. Isso é visível: até os intelectuais que funcionam segundo as ordens dos conservadores, aplaudiram Dilma e não viram que caíram num armadilha. Por exemplo, o professor Pondé, sempre pronto para aplaudir teses conservadoras, caiu como um patinho na trama de Dilma. Saiu aplaudindo a presidente igual e até de modo mais ingênuo que os deputados evangélicos. Caso Dilma tenha assistido esse tipo de professor na TV, creio que riu muito.
Também a Rede Globo tomou um tombo de Dilma. Comemorou a decisão da presidente e repassou os vídeos contra a homofobia nos seus programas jornalísticos, fazendo de graça uma propaganda para o MEC que, enfim, seria paga a peso de ouro caso o governo tivesse de comprar o horário.
Dilma não fez isso maquiavelicamente desde o início. Mas, a partir de um determinado momento, ela passou a agir, sim, de caso pensado. E funcionou de modo igual ao que havia feito em campanha. A presidente tem porte de gaúcho bravo, mas ela nasceu em Minas Gerais. Nem Tancredo comeria a esquerda e a direita pelas beiradinhas com tanto estilo, eficácia e ... gosto. Sim, gosto. Dilma pegou gosto em brincar com esse pessoal, e faz deles gato e sapato.
* Filósoso, escritor e professor da UFRRJ
Mundo tem mais de 16 milhões de órfãos por causa do HIV
Cerca de 16,6 milhões de crianças tornaram-se órfãs por causa do HIV. A informação é do Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef. A maior partes dessas crianças vive na África Subsaariana, que tem 14,9 milhões de órfãos pela Aids.Para discutir a situação das crianças, a ONU está reunindo, a partir desta sexta-feira, em Nova York, representantes de mais de 100 governos numa conferência. O evento é organizado pelo Unicef e pelo Programa Conjunto da ONU sobre HIV/Aids, Unaids, entre outros.
Doadores
A conferência conta com doadores, organizações internacionais e instituições acadêmicas para discutir como melhorar a vida das crianças órfãs.
Segundo o Unicef, deve-se procurar proteção social através de transferências de dinheiro e programas de sobrevivência baseados em microfinanças, provisão de insumos agrícolas para as famílias pobres afetadas pela doença.
A agência da ONU lembrou que que após lidar com o trauma da perda dos pais e dificuldades econômicas, as crianças ainda sofrem com estigma, discriminação e exclusão da escola e serviços sociais.
Cristão tem sua certidão de nascimento negada
IRÃ - Um estudante de 22 anos da universidade de Arak teve seus documentos de residência negados em 18 de abril de 2010, e as autoridades do Irã lhe informaram que ele teria de voltar para sua terra natal, o Iraque.Como ocorre com milhares de pessoas, esse jovem é filho de um exilado iraquiano. Conhecidos como Moa’vedin (retornados), eles são descendentes de uma população que foi exilada à força durante o regime de Saddam Hussein pelo crime de não ser árabes.
Mohsen nasceu e sempre viveu na cidade de Qom; filho de mãe e pai iraquianos exilados, ele teve sua certidão de nascimento negada devido às complexas regras de relação entre estrangeiros e a república islâmica.
O pai de Mohsen faz parte de um grupo de centenas de milhares de iraquianos que foram forçados a sair do Iraque durante a década de 70, sob o governo de Saddam Hussein, que, perseguindo os cidadãos, expulsou os iraquianos de certas regiões, pois alguns tinham dupla nacionalidade (eram iraquianos e também iranianos).
As relações entre o governo islâmico e o povo exilado foram sempre ambíguas e sem precisão. Os que têm vínculos com autoridades muçulmanas e/ou indivíduos poderosos conseguem seus documentos, certidões de nascimento e até mesmo cidadania sem maiores problemas. Mas os que não têm esses vínculos sofrem com esse tipo de situação.
Mohsen disse que, há alguns anos, aprovaram uma lei dizendo que – se algum cidadão estrangeiro, após os 18 anos, morasse por mais de um ano fora de seu país – seria considerado um cidadão naturalizado. Mas mesmo assim ele teve seus direitos negados depois de algum tempo: “Qualquer esperança de uma vida normal no meu país ancestral foi embora rapidamente, desapareceu.”
Após perder a esperança, Mohsen se deparou com o versículo de Lucas 6:29: ”Se alguém te oferecer uma face, oferece a outra também. Se alguém procura o seu casaco, oferece também a sua camisa”. E Mohsen começou a perceber o amor de Deus por ele e como é dura a vida dos iranianos, que sofrem por amor a Deus. Por esse motivo, começou a relatar em seu blog os problemas que os cristãos enfrentam.
Por esse motivo, ele foi interrogado e vigiado de perto pelas autoridades do Irã e agora está sob ameaça de expulsão para o Iraque, tendo apenas até março de 2012 para deixar o país.
Mohsen está pedindo oração aos cristãos de todo o mundo, por ele e por muitos outros que estão enfrentando a mesma situação de possivelmente ser exilados.
Governo investiga casos de perseguição
BANGLADESH - Pela primeira vez, o governo de Bangladesh vai abrir processos judiciais na legislação contra a perseguição de minorias. O Ministro do Interior se prepara para dar entrada na lei e colocá-la em vigor. Em Bangladesh, perseguições contras as minorias acontecem desde as últimas eleições no país, realizadas no dia 1º de outubro de 2001. A aliança partidária de quatro partidos, liderada pelo Partido Nacionalista de Bangladesh, ganhou as eleições; o partido que liderava a aliança segue uma linha islâmica e os outros três também seguem o mesmo fundamentalismo islâmico.
No entanto, a tragédia veio após o resultado das eleições. Como são vulneráveis, os grupos minoritários – hinduístas, budistas e cristãos – passaram a encarar um pesadelo.
Um exemplo desse pesadelo foi o estupro de uma jovem chamada Purnima Shill por 13 homens que pertenciam ao partido. Outro exemplo foi outro estupro, praticado por cinco homens em uma gestante de sete meses.
Mas, em 2009, a Liga Awami de Bangladesh se uniu a uma organização de direitos humanos e levou ao Tribunal superior todos os casos de violência contra os grupos minoritários depois das eleições de 2001. Após investigações, as autoridades acharam mais de três mil incidentes contra as minorias religiosas, incluindo assassinatos, abusos sexuais, roubos e incêndios, provocados pelos partidos nacionalistas de Bangladesh.
O Supremo Tribunal percebeu que o partido político queria fazer uma “limpeza” no país, tentando incutir na população as suas ideias fundamentalistas, para que todos se unissem contra as outras religiões.
A comissão judicial responsável agora está investigando todos os responsáveis identificados. Membros do governo estariam envolvidos em casos de violência contra comunidades religiosas.
Doente mental cristão é acusado de blasfêmia no Paquistão
PAQUISTÃO - O irmão de Babar, Amjad Masih, disse que, depois de ter fugido de casa, conversou com alguns vizinhos: disseram a ele que muitos outros da vizinhança foram pressionados pelos religiosos a ir à delegacia de polícia e servir de testemunhas contra o acusado.“Esses vizinhos eram da opinião de que não poderiam se recusar a dar evidências, depois de ser pressionados pelos religiosos, dizendo que, ao saírem da mesquita após a oração, Babar Masih usava de linguagem abusiva contra o profeta Maomé”, Amjad Masih disse. “Eles me disseram: ‘É um assunto tão delicado, que não pudemos nos recusar a fazer.’”.
Ele disse que Babar Masih vem sofrendo de doença mental pelos últimos seis ou sete anos, caracterizada por ataques de raiva sem motivo. Ele disse que a perda do equilíbrio mental do irmão se manifesta em linguagem inapropriada e falta de senso para se alimentar e vestir.
Amjad Masih disse à Compass que ouvira testemunhas dizerem que seu irmão andava pelo canal da mesquita, olhando para cima e chamando por nomes, enquanto o líder da mesquita teria saído e ouvido Babar usando linguagem ofensiva conta Maomé. Ele disse não saber sobre o incidente, até que voltou de uma área de bazar.
“Quando cheguei, vi muitos muçulmanos religiosos que se juntaram do lado de fora de nossa casa”, ele disse. “Creio que devem ter vindo de outras cidades, porque não consegui identificá-los e eles não eram de nossa área”.
Quando ele perguntou por que estavam reunidos ali, os religiosos lhe disseram que Babar Masih insultara Maomé, o que pode ser punido com a morte, no Paquistão. Seu irmão mais velho, James Masih, trancou o acusado em um quarto. Ele confirmou que os vizinhos acreditavam que, se a polícia não fosse chamada, Babar seria morto.
A polícia não estava disponível para comentar o assunto até o momento. Representantes da organização dos direitos humanos se encontraram com Babar Masih na cadeia central de Sahiwal, onde está desde o dia 3 de maio.
As leis
Masih foi acusado nos termos do artigo 298 do estatuto de blasfêmia do Paquistão, por “articular palavras... com intenção deliberada de ferir a religião” e também do artigo 298-A, por “uso de comentários depreciativos... em relação a pessoas sagradas”.
Attorney Khurram Shehzad Maan, do escritório do Centro Europeu de Lei e Justiça no Paquistão, disse que o queixoso no caso não eram os religiosos que alegaram ver Masih falando de forma desrespeitosa acerca de Maomé e outras figuras islâmicas, mas um fazendeiro chamado Zeeshan Arain, cuja propriedade fica na mesma rua de Babar Masih. Ele disse que a polícia deveria ter averiguado se Babar tinha, de fato, problemas mentais, como a família informou.
Maan disse que o Artigo 84 do código penal dos estados do Paquistão diz: “Nada é ofensivo se é feito por uma pessoa que, no período em que estiver agindo, por razões de debilidade mental, é incapaz de saber a natureza de seu ato, ou se o que está fazendo é errado ou contra a lei”. Entretanto, segundo ele, a polícia tinha a opção de mandá-lo a um hospital psiquiátrico, ao invés de fazer primeiro o Registro de um Relatório de Informação (FIR, sigla em inglês).
“Nesse FIR, Arain claramente comprova que Babar Masih falava das estrelas, e não contra o profeta e figuras sagradas do islã, como se supõe”, disse Maan.
“Isso quer dizer que a polícia sabia desde o início que Babar Masih não era uma pessoa normal, que falava das estrelas, e também que Babar nunca teve a intenção de ferir o islamismo”, Maan disse.
Amjad Masih disse que os poucos vizinhos que não estavam de acordo com o motim para matar Babar disseram a ele para não voltar à sua casa, pois, assim como a polícia, os religiosos rondavam a região para ver se haviam voltado à casa.
“Eu quero voltar para casa”, ele disse. “Nós temos negócios lá e não queremos deixar o lugar, mas tememos que as pessoas nos ataquem. Não temos ideia do que fazer nesta situação”.
Com altas tensões naquela área, no dia 5 de maio houve uma reunião conhecida como panchayat, onde líderes islâmicos das principais mesquitas de toda a região se reuniram com representantes cristãos. Os cristãos argumentaram que Babar tinha problemas mentais, que de forma alguma as famílias cristãs eram responsáveis por qualquer coisa que ele tivesse feito e que elas deveriam poder voltar para suas casas.
Os muçulmanos presentes na reunião, entretanto, estavam relutantes em permitir a volta das famílias, dizendo que eles precisavam de três dias para considerar esse assunto. Fontes informaram que a situação ainda era tensa e que o governo deveria ficar atento a outros possíveis ataques aos cristãos.
A lei de blasfêmia no Paquistão tem atraído a condenação de muitos ao redor do mundo e dois oficiais mais antigos do governo – o governador de Punjab, Salman Taseer, muçulmano liberal, e o ministro federal de minorias, Shahbaz Bhatti, cristão – foram assassinados este ano por exigir a revisão da legislação.
Agência pede a libertação imediata de líderes cristãos
BELARUS - A Alliance Defense Fund (ADF) está solicitando a libertação imediata dos copresidentes do Partido Democrático Cristão da Bielorrússia, que foram detidos e presos depois de expressar seus pontos de vista em uma eleição, em dezembro de 2010.Na segunda-feira, a ADF enviou as cartas ao presidente bielorrusso, Alyanksandr Lukashenko, e ao presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, pedindo o apoio dele na libertação de Pavel Sieviarynets e Rynasheuski Vital.
Rynasheuski, que concorreu à presidência, é um dos fundadores do Partido Democrático Cristão da Bielorrússia. Ele recebeu uma pena de dois anos de reclusão, enquanto Sieviarynets foi condenado em dezembro a três anos de prisão, em um campo de trabalhos forçados.
A ADF relata que os prisioneiros foram culpados por “perturbar a ordem social”. No entanto, a ADF diz que eles foram presos somente por expressar seus pontos de vista cristãos.
“Os cristãos não devem ser punidos simplesmente por expressar suas opiniões. A livre expressão de ideias é um direito humano básico, que está protegido pelas leis da Bielorrússia e pelas leis europeias”, disse Roger Kiska, assessor jurídico da ADF. “Estes dois homens foram presos sem provas, tiveram seus direitos negados e foram condenados à prisão por causa de suas opiniões. Eles não quebraram nenhuma lei, só se manifestaram de forma pacífica.”
“Esses dois homens têm, ativamente, dedicado suas carreiras políticas ao exercício da liberdade religiosa na Bielorrússia. Ambos são amigos e aliados da Alliance Defense Fund na liberdade religiosa, e nós estamos chocados e perturbados com a dureza das penas e com a falta do cumprimento da lei ou da transparência das autoridades.”
Rymashevsky disse à ADF que pretende apelar de sua sentença para poder participar de outras campanhas políticas e se tornar presidente. “Eu sairei mais forte e mais experiente”, diz ele.
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